kauacandido049
Refazendo minha análise! Depois de muito mexer e pesquisar, encontrei uma solução pro problema de TN: Ir na Bios e habilitar o perfil XNP, que ativa a frequência melhorada da memória RAM. Isso permitiu que meu TN caísse de 500-600 pra 10-30. Falando sobre pontos ruins do jogo até o momento: As personalizações da edição PHANTOM só funcionam do lado da OTAN, então se você está do lado da PAX, sem skins pra você. Outro ponto é que as skins de veículo e arma, são apenas aplicáveis às armas mostradas na imagem promocional, ou seja, apenas ao tanque pesado, e as armas mostradas. Quaisquer outros veículos ou armas não tem a skin. Por conta disso, a versão phantom NÃO é recomendada, afinal não vale o aumento de preço de 130 reais. Sobre os pontos ruins do jogo em si: A campanha ainda está com alguns bugs grotescos e feios que quebram o jogo, como por exemplo o áudio no final da missão 6 ficando atrasado, ou a câmera simplesmente morrendo num trecho da missão 7 te forçando a acelerar o veículo cegamente pra passar pela parte com problema. No multiplayer, temos o fato de que muitos veículos até então não tem nem opção de personalizar o loadout, nem itens de loadout pra trocar (quando feito pelo menu principal) como o Jato de ataque, o caça, gunner do helicóptero de ataque etc. Pontos positivos do jogo no geral: Tirando o ponto do TN (Time Nudge) que causa problema em alguns computadores sem relação com poder da máquina (que eu expliquei como arrumar no começo da review). O Jogo tem ótima performance, o gráfico é lindo e os mapas são imersivos e destrutíveis. Os veículos são bem balanceados e a "cadeia alimentar" é bem estabelecida, você tem veículos pré-definidos que são counters de outros se usados da forma correta, mantendo o fator habilidade. As armas são bem balanceadas também, oferecendo boa diversidade de equipamentos possíveis. Os sistemas de progressão são incríveis, tendo itens que são desbloqueados apenas por desafios de classe. Pontos de melhoria notáveis: O jogo precisa de um sistema de busca de servidores mais robusto, principalmente para servidores de comunidade criados através do Portal. O jogo precisa de um sistema de clãs como nos outros battlefields. O jogo precisa de opção de se juntar aos amigos nas suas partidas, mesmo fora do grupo ou que seu grupo esteja cheio, apenas para entrar no mesmo servidor. Isso irá encorajar a comunidade a crescer e formar grupos para jogar, algo que não é possível hoje pois se você tem mais de 4 pessoas querendo jogar juntos, alguns serão excluídos. Alguns itens da campanha, como o míssil TV e o drone que dropa a bomba poderiam ser adicionados. Poderia ter a opção de trocar de loadout na base, seja veículo ou infantaria, mesmo que com um tempo de espera ou recarga. Isso iria incentivar a testar novos loadouts ou se adaptar à partida sem a necessidade de destruir o veículo e esperá-lo reaparecer, ou em casos em que um time consegue roubar um veículo inimigo, mas não pode mudar o loadout para ser efetivo. Por enquanto, por conta dos pontos negativos, deixarei minha review negativa. SE ESSES PONTOS NÃO SÃO IMPORTANTES PRA VOCÊ, EU RECOMENDO O JOGO! Caso contrário, não compre até que sejam resolvidos.
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ラファエル
Battlefield 6: O caos em grande escala que só a franquia sabe entregar Battlefield 6 chega reafirmando o que sempre foi o coração da série: o multiplayer em larga escala, explosivo, caótico e incrivelmente divertido. A DICE parece ter escutado os fãs — o jogo traz de volta o ritmo frenético e as batalhas dinâmicas que tornaram a franquia um ícone dos shooters modernos. O primeiro ponto que salta aos olhos é a jogabilidade fluida e responsiva. Os controles estão mais precisos, e a movimentação ganhou um toque extra de velocidade sem comprometer o realismo. As transições entre correr, deslizar, trocar de arma e entrar em veículos acontecem com naturalidade, deixando o jogador sempre no fluxo da ação. Os mapas são outro destaque. Extensos, cheios de rotas alternativas e pontos estratégicos, eles reforçam a sensação de estar em uma guerra viva. Cada partida conta uma história diferente, e o sistema de ambientes destrutíveis continua sendo um espetáculo à parte — ver um prédio desmoronando ou uma ponte ruindo altera completamente o rumo da batalha e mantém o combate imprevisível. A progressão também acerta ao equilibrar recompensa e desafio. O desbloqueio de armas, equipamentos e customizações mantém o jogador engajado por horas, com um sistema de experiência que incentiva o trabalho em equipe sem punir quem prefere agir de forma mais independente. No entanto, nem tudo brilha. A campanha single-player, embora competente tecnicamente, é rasa em termos de narrativa e inovação. Serve mais como um aquecimento para o multiplayer do que como uma experiência marcante por si só — algo que, infelizmente, já se tornou o padrão do mercado entre os grandes shooters contemporâneos. No fim, Battlefield 6 é exatamente o que se espera de um título da série: um espetáculo visual e sonoro, repleto de momentos épicos e caos controlado. Quem busca realismo, destruição e batalhas de escala colossal vai se sentir em casa.
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