Higor
Resumo: fui atropelado por um tanque, um jato derrubou o prédio onde eu tava, e ainda assim saí gritando de felicidade enquanto minha mulher gritava de raiva. Análise técnica: Gráficos: realistas demais — senti o impacto do tanque na alma. Som: impecável — dava pra ouvir o choro da minha esposa pedindo silêncio com nitidez 3D. Gameplay: dinâmica — principalmente quando você morre a cada 15 segundos. Time: união total — todos nós morremos juntos, o que fortalece os laços. Inimigos: inteligentes — sabiam exatamente onde eu nascia. Veredito: Um jogo que mistura adrenalina, caos e divórcio iminente. Nota: 10/10 explosões — recomendadíssimo (com fones de ouvido e terapia em casal).
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Luk
Serei sincero: o CS2 esta impresionante, porém, emocionalmente... ainda não me conquistou. O jogo está perfeito — gráficos belíssimos, som nítido, smokes inteligentes — mas tudo parece excessivamente polido. O CS:GO possuía aquele era mais agradável, mais leve e fluido. Aqui, às vezes, dá a impressão de que estou apenas testando uma engine, em vez de jogar um comp. A movimentação está mais travada, mas a sensação das armas ainda não se conecta com a mão. Parece que a Valve deixou o as opiniões da comunidade fora. Tentou atualizar o clássico, mas deixou de lado um pouco da essência que tornava o CS o CS. Não é ruim — muito pelo contrário. O jogo possui um enorme potencial e é evidente que ele vai se desenvolver. Em resumo: o CS2 é bonito e promissor, mas ainda está tentando recordar o motivo pelo qual nos apaixonamos por ele no passado.
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