Antiga análise: O jogo apresentou uma melhora significativa em relação ao 25. Até agora não notei problemas com aquelas jogadas irritantes de rebote ou o “bate-rebate estilo pebolim” que aconteciam com frequência no anterior. Ainda existem pontos que precisam de ajuste, como pequenas travadas em saídas de bola parada e a inconsistência dos goleiros em defesas aparentemente fáceis. No entanto, de forma geral, é um grande avanço e passa uma experiência bem mais fluida e agradável do que no EAFC 25. Nova análise: No início, o jogo parecia incrível. Na primeira semana, tudo funcionava bem e dava gosto jogar. Mas agora, infelizmente, voltou a ser horrível. Primeiro, o matchmaking é simplesmente injusto: quase sempre enfrento times absurdamente mais fortes, o que tira completamente a graça. O jogo parece priorizar conectividade em vez de equilíbrio entre elencos e o pior é que essa tal “conectividade” nem funciona direito, já que as partidas caem o tempo todo, especialmente quando estou vencendo, e o resultado nem conta como vitória. Os zagueiros estão patéticos, lentos e desajeitados, perdendo corridas até para jogadores com 68 de velocidade. E ainda tem os travamentos constantes em qualquer bola parada, o que deixa a experiência ainda mais frustrante. Enfim, o jogo voltou a ser uma grande decepção. Parabéns, EA, por estragar novamente algo que parecia promissor.
bet lua com chegou como a evolução natural do CS:GO, trazendo gráficos mais limpos, smokes dinâmicas e uma física muito mais realista. A engine Source 2 deu nova vida aos mapas, com iluminação e sons mais imersivos. A jogabilidade continua precisa e tática, mantendo o DNA competitivo que consagrou a série. Apesar de alguns bugs e instabilidades, o CS2 é sólido, bonito e promete ser o futuro do FPS competitivo. É o mesmo jogo que amamos, só que mais moderno, técnico e intenso.